A IAVendas conhece o histórico de cada cliente, sabe quando cada protocolo pede retorno e chama na hora certa — pelo WhatsApp, sozinha, com o CRM se atualizando atrás. Sua recepção atende quem chega. Ela cuida de quem não voltou.
Não é falta de cliente. É falta de alguém puxando quem já passou pela sua porta.
A janela de retorno passou e ninguém avisou. A cliente não esqueceu de você — ela só não foi lembrada, e vai ser lembrada por outra clínica.
Dinheiro já pago, resultado incompleto e cadeira vazia. Ninguém acompanha sessão por sessão porque ninguém dá conta.
É a maior parte do cadastro de qualquer clínica. Elas não estão insatisfeitas: estão esquecidas.
Você paga caro pelo lead no Instagram, ele pergunta o preço, espera — e fecha com quem respondeu em dois minutos.
Cancelou de manhã e a vaga morreu. Existe fila de gente que queria aquele horário, mas ninguém consegue avisar em tempo.
Sua recepcionista cuida de quem está na frente dela. O follow-up sempre fica pra depois — e depois não chega.
Cada uma dessas é uma venda que já foi paga em marketing. Só faltou a conversa.
Cada comportamento tem um gatilho no histórico da cliente. Não é disparo em massa: é a mensagem que faz sentido para aquela pessoa, naquele momento.
Chega a janela de manutenção do procedimento que ela fez.
Chama lembrando o que foi feito e por que a manutenção é agora, e já oferece dois horários.
A cliente tem sessões pagas e parou de aparecer.
Retoma pelo resultado — quantas faltam, o que ela perde parando no meio — e reagenda.
Passou do tempo médio de retorno dela sem dar sinal.
Chama com a oferta que combina com o que ela já fez — não com promoção genérica pra todo mundo.
Passaram as primeiras horas depois do atendimento.
Pergunta como está, orienta o cuidado, colhe a avaliação e abre a porta pro próximo passo.
Alguém responde ao anúncio ou manda mensagem — a qualquer hora.
Responde na hora, entende o que a pessoa quer, qualifica e entrega quente pra sua equipe fechar.
Véspera do atendimento, ou um cancelamento abre horário.
Confirma presença antes e, se vagar, oferece o horário pra quem está esperando encaixe.
É uma funcionária que trabalha a base todos os dias, sem esquecer ninguém.
A parte que mais morre em clínica é a planilha que ninguém atualiza. Aqui quem atualiza é a IA — porque é ela que está na conversa.
A lista de quem está mais perto de voltar, em ordem — não um relatório que você precisa interpretar.
O valor em conversas abertas: orçamento enviado sem resposta, pacote incompleto, retorno vencido.
Quantas clientes foram chamadas, quantas responderam e quantas voltaram para a cadeira.
Números de um piloto de dois meses e meio, em um único número de WhatsApp, numa operação de varejo — não de estética. Estão aqui para mostrar como o motor se comporta com volume real de conversa, e não como promessa de resultado para a sua clínica. O seu número a gente mede no piloto.
Sem migração, sem trocar sistema, sem número novo.
Por leitura de código, como o WhatsApp Web. Mesmo número, mesmas conversas — agora organizadas.
Sobe a lista de clientes (ou puxa da agenda que você já usa) e conectamos o histórico. A IA aprende o perfil de cada uma.
É onde o dinheiro está mais perto. As primeiras clientes voltam enquanto o resto vai sendo configurado.
Quantas foram chamadas, quantas responderam, quantas agendaram e quanto ainda está na mesa.
É por isso que a conta fecha rápido: a IAVendas não depende de cliente novo para se pagar — ela trabalha o que já está no seu cadastro. A proposta sai conforme o tamanho da operação e a quantidade de unidades.
Quero a propostaNão. Ela entra no número que a clínica já usa, por leitura de código, como o WhatsApp Web. As conversas continuam no mesmo lugar — só passam a ficar organizadas, com histórico e follow-up automático.
A IA fala no tom que a clínica define e usa o histórico real da cliente — o que ela fez, quando, o que comentou. Ela responde em mensagens curtas, como uma pessoa. E a sua equipe pode assumir qualquer conversa no meio, a qualquer momento.
Essa é a parte mais controlada do sistema. Ela só fala valores e procedimentos que estão cadastrados, e existe uma segunda camada que revisa cada resposta antes de sair. Quando o assunto sai do que está cadastrado — desconto, caso clínico, negociação — ela passa para a sua equipe em vez de improvisar.
Sim, é justamente o desenho: a IA lê e escreve no sistema que a clínica já usa, em vez de exigir troca de software. Quando o sistema não tem porta de integração, ela opera em paralelo com a base exportada — a clínica não fica de fora por causa da ferramenta.
Ela transfere. A regra é: o que não está cadastrado não é inventado — é passado para um humano. Lacuna vira transferência, nunca chute.
Os retornos vencidos são a primeira coisa que entra no ar, e é o que responde mais rápido: as primeiras duas semanas já mostram quem voltou. Recorrência e ticket aparecem no ciclo seguinte.
Não. Ela trabalha sozinha e chama a sua equipe quando a cliente está pronta para fechar ou quando o assunto precisa de gente. O trabalho da recepção diminui, não aumenta.
A operação já existe e está rodando. O que falta é escolher as três primeiras, conectar o WhatsApp e deixar a IAVendas mostrar quanto dinheiro está parado no cadastro que elas já têm.
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